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quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Alerta aos Cristãos



GOVERNO MUNDIAL

De que modo os Acordos da ONU sobre os Direitos das Mulheres e das Crianças
Minam os Valores da Família, os Valores Evangélicos e a Soberania dos Países

Julio Severo

Com o medo do terrorismo se espalhando pelo mundo inteiro hoje, as nações clamam por uma união internacional para eliminar a ameaça dos atentados. Alguns acham que só um governo mundial poderia dar mais segurança, paz e justiça e dirigir a humanidade nestes tempos difíceis. E quando pensam num governo desse tipo, autoridades de vários países concordam que só a Organização das Nações Unidas (ONU) tem as qualificações necessárias. O que realmente pode acontecer se a ONU ganhar mais autoridade para agir como um governo mundial?
Ainda que a ONU não esteja governando o mundo diretamente agora, poucas pessoas estão conscientes da sua crescente influência em cada país. Pouca gente sabe que as agências dentro do sistema da ONU estão envolvidas numa campanha para minar os alicerces da sociedade — a família constituída por um pai e mãe casados, as religiões que apóiam a importância vital do casamento e da moralidade sexual tradicional e as estruturas legais e sociais que protegem essas instituições.[ As principais agências envolvidas incluem o Escritório do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos, o Comitê da ONU sobre os Direitos das Crianças e o Comitê da ONU sobre a Eliminação de Discriminação contra as Mulheres que trabalham nesse Escritório do Alto Comissariado, o Conselho Econômico e Social e as burocracias do Fundo Infantil da ONU, o Alto Comissariado para Refugiados, O Programa Mundial de Alimentação, o Programa de Desenvolvimento da ONU e o Programa da ONU para o Meio Ambiente.]

Utilizando o acobertamento político dos acordos internacionais que promovem os direitos das mulheres e das crianças, a ONU está influenciando cada país a mudar suas leis e constituições para adotar planos que acabarão afetando de modo negativo a vida das mulheres e das crianças. [Você poderá ver muitos trechos dos relatórios desses comitês neste site: http://www.heritage.org/library/backgrounder/bg1407quotes.html.]

Esses planos são preocupantes, pois a ONU em sua Declaração Universal dos Direitos Humanos proclama:
“A família é a célula natural e fundamental da sociedade e tem direito à proteção da sociedade e do Estado”. [Declaração Universal dos Direitos Humanos, Artigo 16: http://ww.unhchr.ch/udhr/lang/eng.htm]

Além disso, a ONU sempre incluiu em seus acordos e documentos termos que reconhecem o direito de cada país determinar suas normas e práticas culturais.
Mas esse respeito da ONU para com a soberania das nações está se enfraquecendo, enquanto agências dessa organização colocam em ação planos para mudar as sociedades, principalmente através da Convenção dos Direitos da Criança (CDC) [Os 10 membros do Comitê da ONU sobre os Direitos das Crianças incluem “especialistas” em direitos humanos e direito internacional, justiça juvenil, assistência social, medicina, jornalismo, etc. O comitê realiza três sessões por ano. Veja: http://www.unhchr.ch/html/menu6/2/fs10.htm#ii] e a Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres (CEDAW — sigla do original em inglês Convention on the Elimination of All Forms of Discrimination Against Women).[ http://www.un.org/womenwatch/daw/cedaw/reports.htm] Com o apoio do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos, relatórios da ONU recomendam que cada país:

· Elimine suas leis que proíbem a prostituição, possibilitando assim a sua legalização. O relatório da CEDAW, por exemplo, observa, com relação à Alemanha (que já legalizou a prostituição), que “embora sejam por lei obrigadas a pagar impostos, as prostitutas ainda não gozam a proteção das leis sociais e trabalhistas [da Alemanha].” [Comitê da CEDAW, Segunda Sessão. (2000), “Report on Germany,” Pará. 39]

· Torne o aborto um “direito livre” protegido por leis nacionais e internacionais, dando às adolescentes acesso irrestrito e tornando a falta de serviços de aborto um crime em todos os casos. Um relatório da ONU sobre a Croácia, por exemplo, nota que o fato de que “alguns hospitais se recusam a oferecer serviços de aborto porque os médicos não participam devido às suas convicções morais… [constitui] violação dos direitos reprodutivos das mulheres.”[ Relatório do Comitê da ONU sobre a Eliminação da Discriminação contra as Mulheres, Sessão 13, à Assembléia Geral da ONU, sessão 53 (1998), “Report on Croatia,” Document #A/53/38, Para. 109]

· Diminua a importância do papel das mães e aumente os incentivos para elas trabalharem fora em vez de permanecerem no lar para cuidar dos filhos. [Veja Mark Genuis, The Myth of Quality Day Care (Calgary, Alberta: National Foundation for Family Research and Education, 2000)] A ONU criticou a República da Geórgia, por exemplo, pela “ampla aceitação dos papéis estereotipados das mulheres em políticas governamentais, na família e na vida pública, baseada nos modelos de conduta e atitudes que enfatizam demais o papel das mulheres como mães.” [Comitê da CEDAW, Sessão 21, (1999), “Report on Georgia,” Pará. 30]

· Diminua a autoridade dos pais e ao mesmo tempo aumente os direitos das crianças. Em 1995, o comitê da CDC repreendeu o Reino Unido por permitir que os pais retirassem seus filhos das aulas de educação sexual por causa de conteúdo impróprio e imoral. [Comitê da CDC, Sessão 8, Concluding Observations of the Committee on the Rights of the Child: United Kingdom of Great Britain and Northern Ireland, CRC/C/15/Add.34, 15 de fevereiro de 1995] Recentemente, esse comitê quis saber de que modo as autoridades portuguesas estão colocando em prática a CDC. A delegação portuguesa informou, em resposta, que Portugal criou uma lei proibindo os pais de disciplinarem os filhos fisicamente. Esse comitê da ONU é famoso por interferir com os direitos dos pais e em muitas ocasiões pressionou países a proibir os pais de aplicarem disciplina física nos filhos em casa.

Não há dúvida de que esses planos da ONU colocam em risco o direito natural das famílias, os direitos dos pais, a soberania nacional e a livre expressão das convicções e valores cristãos. Os comitês da CDC e da CEDAW podem até insistir em que suas recomendações levam em consideração os melhores interesses das crianças e das mulheres, mas a realidade mostra outro quadro.

PROF. PAULO SANTOS
"Como imaginas em tua mente, assim é!" (Pv 23:7)
Portanto, vós orareis assim:
Pai nosso, que estás nos céus, santificado
seja o teu nome; Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu;  (Mt  6:9-10)

RHEMA: 16 3023-0129 - 16 3421-9197 (Ribeirão Preto)